PMDB Mulher-RJ participa da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”

PMDB Mulher-RJ participa da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres”

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O PMDB Mulher-RJ uniu-se a diferentes setores da sociedade civil fluminense em Itaperuna, na tarde de quinta-feira (07/12), para o encerramento da campanha “16 dias de ativismo pelo fim da violência contra às mulheres”. O evento, realizado no Colégio Estadual Dez de Maio, busca conscientizar e destacar a luta pela igualdade de gênero e a conquista de direitos das mulheres. A campanha acontece entre 25 de novembro – Dia Internacional da não violência contra a Mulher – e 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos – em cerca de 160 países.

A ação, organizada pelo Centro Integrado de Atendimento à Mulher (CIAM) e pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Itaperuna, promoveu debates sobre a aplicação da Lei Maria da Penha, o empoderamento da mulher no mercado de trabalho e o empreendedorismo feminino. “Aproveitamos também o fato de ser o Dia Mundial de Mobilização dos Homens contra a Violência contra a Mulher para sensibilizar todo o povo de Itaperuna “, disse a secretária municipal de Assistência Social, Camila Andrade Pires, que aproveitou a ocasião para convidar representantes do governo estadual a darem sua contribuição aos debate.

A presidente do PMDB Mulher-RJ, Kátia Lôbo, considerou o evento fundamental para a troca de experiências entre agentes públicos, ativistas e a população em geral num ano marcado pelo agravamento da violência. “Parabenizo a cidade de Itaperuna por esse trabalho em favor da qualidade de vida das mulheres.  Os dados mostram que em nosso País uma mulher é agredida a cada cinco minutos, e, a cada dia, 13 são mortas, uma situação insustentável, verdadeiro extermínio de mulheres. Por isso, fomentar o debate é crucial”, afirmou Kátia.

Para a coordenadora do CIAM, Débora Cristina Rosa, as atividades reafirmam a defesa de políticas públicas que prestem apoio às mulheres vítimas da agressão: “Estamos muito felizes porque tivemos a oportunidade de reunir muitas mulheres para apresentar resultados sobre a luta contra a violência doméstica. O CIAM mostra que existe uma equipe pronta para atendê-las, acompanhá-las e fazer com que recomecem sua história”.