Geração de emprego – Quem já fez pode fazer de novo

Geração de emprego – Quem já fez pode fazer de novo

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Henrique Meirelles é o candidato da geração de empregos. Entre 2003 e 2010, na presidência do Banco Central, tomou as medidas certas e criou condições para que empresas, indústrias, comércio, serviços e agricultura abrissem 10,2 milhões de vagas com carteira assinada. E, em 2016, quando assumiu o Ministério da Fazenda, interrompeu o acelerado ciclo de destruição de empregos produzido pela recessão do governo anterior.

Para Meirelles, retomar o crescimento da economia é essencial para que os atuais 13 milhões de brasileiros desempregados voltem ao mercado de trabalho. Com o resgaste da confiança, as indústrias voltarão a produzir, novas empresas sairão do papel e os investimentos serão dinamizados, possibilitando a criação de novos postos de trabalho.

PRIMEIRO EMPREGO

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2017, das 48 milhões de pessoas entre 15 e 29 anos, 23% não trabalhavam nem estudavam ou se qualificavam. Este índice subiu 5,9% de 2016 para 2017.

Chegou a hora de chamar o Meirelles para que a inserção de jovens no mercado de trabalho se transforme em realidade. Para ajudar o profissional na conquista do 1º emprego, ele propõe expandir a oferta de vagas no ensino técnico e o incentivo à contratação de trabalhadores que estão chegando ao mercado de trabalho.

AS MULHERES E O MERCADO DE TRABALHO

As mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais do que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. Mesmo assim, e ainda contando com um nível educacional mais alto, ganham, em média, 76,5% do rendimento dos homens. Isso tem que mudar!

Meirelles vai incentivar a redução da diferença salarial entre homens e mulheres, respaldado pela nova lei do trabalho aprovada no ano passado.